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  Brasileiras vão a Nova York vender serviços aos EUA
24.08.2005

Fonte: Softex

 Empresas brasileiras de Tecnologia da Informação (TI) direcionam seu foco para os Estados Unidos neste mês como forma de abocanhar uma fatia, mesmo que pequena, do gigantesco mercado de outsourcing (terceirização) de TI. “O potencial de negócio nesse segmento é de US$ 70 bilhões, podendo crescer rapidamente”, informa o presidente da CPM, Antônio Carlos Rego Gil.

A prestadora de serviços de TI paulista tem como prioridade expandir as operações iniciadas nos Estados Unidos há dois anos e meio. Segundo Gil, esse segmento cresce numa velocidade de 30% a 40% ao ano naquele país. “Estamos realizando várias investidas nos EUA, individuais e em grupo”, diz o executivo que também preside a Associação Brasileira das Empresas de Software e Serviços para Exportação (Brasscom).

Criada em 2004 com cinco integrantes, a entidade reúne hoje, além da CPM, a Microsiga, a Datasul, Politec, DBA, Promon, Itautec e Stefanini. Juntas, as empresas faturam perto de R$ 2 milhões e empregam cerca de 20 mil funcionários. De acordo com Gil, integrar a Brasscom é uma alternativa para conseguir sentar à mesa de negociações com os americanos. “É difícil negociar sozinho pois somos pequenos individualmente, na visão deles”, acrescenta.

A meta dos integrantes da Associação é conseguir exportar U$ 80 milhões no próximo ano, chegando a U$ 600 milhões ou U$ 700 milhões em 2007, informa Gil. Ele lembra que recentemente a Brasscom organizou uma missão aos EUA.

Na próxima semana, uma missão composta pela CPM e mais sete companhias de TI nacionais (algumas integrantes da Brasscom), vai participar da primeira edição do Gartner Financial Services Tecnology Summit, em Nova York, entre os dias 28 e 31. “É o primeiro evento da Gartner (empresa de consultoria especializada em TI) voltado para o segmento bancário e, participar dele pode nos tornar uma referência  nesse mercado, um dos que mais investem em TI”, lembra o gerente de negócios internacionais da Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (SOFTEX), José Carlos Cusnir.

O executivo é responsável pela organização da comitiva, mesmo internado em um hospital. Além da CPM, integram a missão a empresa de Call Center ACS e as fornecedoras de software, soluções e serviços BRQ, DBA, Politec, Stefanini, YKP e YMF. Segundo Cusnir, elas compartilharão estande coletivo durante o evento, que vai reunir 400 representantes confirmados das mais importantes entidades financeiras dos EUA, como JP Morgan Chase, Citigroup e Merril Lynch. A SOFTEX, em parceria com a Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (APEX), ligada ao Ministério do desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), colocarão à disposição um estande coletivo para sete empresas. Por ter mais tempo nos EUA, a Politec optou por um estande exclusivo, afirma Cusnir.

Segundo o executivo, a missão é fruto da estratégia da SOFTEX em promover o conhecimento tecnológico que o Brasil tem no setor bancário, mas ainda pouco difundido no exterior. Recentemente a entidade fez o inverso, trouxe representantes de outros países para conhecerem de perto as aplicações em várias instituições financeiras. A próxima missão conjunta aos EUA da APEX e SOFTEX está marcada para setembro, em Salt Lake City, no “Midsize Interprise Summit West 2005”.


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